24 de abr de 2014

Imagine Hot Justiin

    Meu nome é Justin e eu tenho uma pergunta para você, se você amasse uma garota desde que se entende por gente e de repente ficasse famoso e ela te odiasse o que você faria? É, isso aconteceu comigo. Eu sempre gostei da (S/N), desde que minha mãe começou a trabalhar de empregada na casa dela, nós sempre fizemos tudo juntos, eramos melhores amigos. Ela não era esse tipo de menina riquinha que esnoba alguém porque não usa roupas de marca, ela era diferente, ela não é uma menina que você consegue fácil e eu nunca consegui ela. Depois que eu fiquei famoso nós ainda eramos amigos, mas depois algo aconteceu e eu nem sei o que foi, me lembro apenas que ela deixou de falar comigo depois de uma premiação que caiu no dia do aniversario da minha irmãzinha. Enfim, minha mãe e a mãe da (S/N) ainda são amigas, e hoje é o aniversario da (S/N) por isso eu estou aqui sentado nessa mesa esperando que ela apareça. Todas as amiguinhas esnobes dela estão aqui, elas não são bem amigas, mas quando você tem dinheiro as pessoas simplesmente grudam em você, essas meninas já fizeram coisas horríveis para acabar com a nossa amizade, mas hoje estão quase abrindo as pernas para mim. É verdade quando dizem que o dinheiro muda o pensamento das pessoas.

 Pattie: Querido, vem aqui, a mãe da (S/N) quer te ver.
 (Sua/Mãe): Oi Justin, quanto tempo não é mesmo? Você vivia correndo com a minha filha por esse jardim. -(S/N) se parecia muito com o pai, mas a risada era a mesma de sua mãe.
 Justin: É, eu me lembro. Onde a (S/N) está?
 (S/M): Está vindo com o pai, você conhece bem o pai dela.

         No momento em que eu me virei para pegar mais um copo de refrigerante, já que minha mãe odeia que eu beba ao lado dela, vi (S/N) chegar toda linda, como uma princesa, ela sempre parecia uma princesa aos meus olhos, mas hoje ela parecia ainda mais distante das minhas mãos.

 -Oi tia Pattie. -ela abraçou minha mãe bem forte. -Oi Justin. -dessa vez sua voz não tinha muita emoção.
 Pattie: Meu Deus, você está linda minha princesa. -tanto eu quanto minha mãe sempre chamávamos ela de princesa, embora ela não gostasse e não agisse como uma.
 Justin: Você está uma princesa, como sempre foi.

 -Você sabe que eu odeio ser chamada ou comparada com uma princesa.
 Justin: Mas sempre vai ser uma princesa. Feliz aniversario princesa. -abracei ela e sussurrei no ouvido dela, senti que ela tremeu.
 -Não use seus truques em mim, não sou uma Selena Gomes. -ela sussurrou de volta.

         Mas que porra, ela sabia que eu nunca quis que ela fosse uma Selena Gomes. As duas nunca foram nem um pouco parecidas, Selena era toda doce e romântica, (S/N) era engraçada, fofa, doce e única. Se antes ela era distante, depois de Selena era como se eu estivesse na Terra e ela na Lua. Ela foi falar com o resto dos convidados e eu fiquei olhando ela de longe, fiquei sentado debaixo de uma árvore onde prometemos que nada nunca nos separaria. Estar ai era estranho quando eu me lembrava da promessa que fizemos e olhar ela de longe era ainda mais estranho. Ela me olhava as vezes, mas depois desviava o olhar. Fechei os olhos e virei o rosto para o céu. Senti que alguém beijou minha bochecha, sorri quando senti aquele perfume que eu gravei na memória.

 Justin: Não beije um homem assim de novo, isso pode te colocar em maus lençóis. -falei ainda com os olhos fechados.
 -Tudo bem, não faço mais. -senti que ela sentou ao meu lado porque agora estava segurando minha mão e estava com a cabeça apoiada no meu ombro.
 Justin: Acho que eu sou um homem confiável. -olhei para ela.
 -Homem? Você? Cresça Bieber. -ela riu.
 Justin: Você está duvidando que eu sou um homem? Está?
  -Sinceramente? Estou.
 Justin: Estamos em uma festa, não posso fazer isso, seria falta de educação.
 -Para o seu próprio bem, espero que estivesse pretendendo arrotar na minha frente.


       Eu sabia muito bem que ela poderia me fazer engolir os saltos que ela estava usando, minha garota não fica menos agressiva no meio de tanta gente.

 Justin: Comprei um presente para você.
 -O que é?
 Justin: A coisa mais simples que uma pessoa como eu pode dar para uma princesa como você.

         Peguei uma caixa quadrada cor de rosa que estava no meu bolso, nem sei como consegui colocar uma coisa daquelas em uma caixinha tão pequena. Ela abriu e o seu sorriso se iluminou quando ela viu o colar todo feito de diamantes que tinha na caixa, mas me surpreendi com o que realmente fez ela sorrir daquele jeito, afinal, nem esperava que ela se lembrasse daquilo.

 -Você guardou isso? -ela disse pegando um pingente de um cordão de plastico que eu tinha dado à ela, ela me deu o pingente quando eu disse que faria minha primeira turnê e nós ficaríamos afastados por algum tempo.
 Justin: Sim, mas eu não pensei que você se lembrasse, naquele tempo eu não tinha dinheiro para te dar tudo que você merece.

 -Mas aquele foi o presente mais bonito que já me deram.
           Ela levantou o pulso e eu vi que o cordão que eu dei à ela agora era uma pulseira, um sorriso bobo se formou no meu rosto.

 Justin: Você me amou quando eu era pobre?
 -Seu idiota, eu te amei desde o dia em que você me pediu um pouco do meu danone. -ela riu.

          Segurei o rosto dela em minhas mãos e beijei aquela boca que por anos sonhei em beijar, ela era uma princesa e mesmo não podendo eu queria ela para mim, queria aquela boca, queria aquele corpo, queria aquela garota, queria fazer daquela garota uma mulher. Ajudei ela a se levantar, fomos para o quarto dela, ela fechou a porta e continuou me beijando, ela queria tanto quanto eu.

 Justin: Espera, eu pensava que você me odiava. -interrompi o beijo.
 -Eu não sou sua princesa? Estava esperando você me salvar, mas você é burro demais até para isso. -ela riu.
 Justin: Seu burro.
 -Só meu.

          Voltei a beijar-la e passei minha mão pela cintura dela, sem querer encontrei o zíper do vestido, abri o vestido e ela suspirou ainda com a boca na minha, oh, sei que é rude dizer assim, mas como fiquei duro quando ela suspirou. Ela tirou minha gravata, quase briguei com ela porque me deu meu muito trabalho para dar aquele nó, e aos poucos foi desabotoando minha blusa. Dei um pouco de impulso e ela entrelaçou duas pernas em minha cintura, deitei ela com cuidado na cama, tirei minha calça e me deitei por cima dela cobrindo seus rosto de beijos, amo tanto essa menina. Senti que ela estava nervosa e aquilo me deixou nervosos também.

 Justin: Tudo bem se não quiser fazer isso.
 -Eu quero, mas eu estou com medo de... doer. -os olhos dela se encheram de lagrimas.
 Justin: Ei, eu te amo e Deus é testemunha disso, princesa eu seria incapaz de te machucar. Vou devagar e você tenta ficar calma, tá?
 -Tá.

          Parecia errado e tão certo ao mesmo tempo, desde que eu me entendo como homem sabia que aquela menina deveria ser pura até o dia do casamento, mas caralho, ela é fodidamente doce e ao mesmo tempo sexy e nem se da conta disso. Eu queria estar dentro dela, queria fazer acontecer, mas ela precisava do Justin bom, ela precisava do Justin que faz o que é certo antes do prazer. Tirei o sutiã dela e beijei os seios dela com todo o cuidado, passageava um enquanto chupava o outro, tentava mostrar à ela que estava fazendo tudo com calma, mas como explicar que ela me tira do serio? Desci os beijos até a calcinha dela e tirei com cuidado, ela não estava mais tão tensa. Comecei a chupar e masturbar ela, queria que ela estivesse o mais molhada possível pra mim. Ela gemia e agarrava os lençóis, que porra, queria que ela agarrasse assim o meu cabelo. Até que ela fez, agarrou o meu cabelo e me empurrou para si, ela estava se contorcendo.
          Afastei meu rosto dela e beijei sua boca, essa seria a melhor hora, ela estava em êxtase. Coloquei a camisinha que estava no bolso da minha calça e penetrei nela, primeiro ela gemeu alto e arranhou minhas costas. Fiquei parado esperando ela se acostumar, mas como eu queria satisfazer todos os meus desejos de uma vez. Comecei com movimentos lentos.

 -Jus, mais rápido. -ela falou com dificuldade.
 Justin: Espera, vai doer se eu for agora. -sorri para ela.
 -Não me importo, vai mais rápido, é uma dor tão gostosa.

               Comecei a ir mais rápido, ela gemia alto e empurrava seu quadril contra o meu, não aguentaria me controlar por mais tempo. Alguma coisa me fez sair de mim e quando dei por mim estava indo mais rápido que o esperado, sua expressão era de um prazer sofrido e eu queria parar, mas queria muito esse momento. Ela mordeu meu ombro e gemi de dor e prazer, ela arranhava minhas costas e lambia o lugar que tinha mordido.  Senti que ela iria gozar e eu também, mas queria experimentar algo antes.

 Justin: Não goza agora.
 -Jus, acho que não consigo.
 Justin: Por favor, tenta.

              Continuei penetrando nela e senti ela lutando contra o próprio orgasmo, eu fazia o mesmo. Sempre ouvi falar que fazer isso era um delicia, mas porra, dói pra cacete também.

 -Jus.
 Justin: Geme o meu nome.
 -Justin.
 Justin: Goza comigo, (S/N).
 -Awn Jus.

                Ela gemeu meu nome alto quando chegamos juntos ao orgasmo, era realmente bom. Primeiro veio aquela sensação de libertação e depois aquele latejamento gostoso, poderia morrer nessa cama e nem notaria.

 Justin: Te amo tanto pequena.
 -Eu também te amo muitão. -era assim que ela falava comigo quando eramos crianças, por isso rimos.
 Justin: Quer voltar para a festa.
 -Não, quero ficar aqui com você.
 Justin: Por mim tudo bem, ficaria aqui com você para sempre.


CDT: esqueci ,sorry. Se alguem lembrar ,avisa o/

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